Agência Estado
Do Rio
A cada dia surgem novas dúvidas sobre o assassinato do coronel Carlos Magno Nazareth Cerqueira, de 61 anos, ex-secretário da Polícia Militar do Rio de Janeiro no governo Leonel Brizola, no dia 14, no hall do edifício Magnus, no Centro do Rio. Os exames da perícia apresentam resultados incompletos e as investigações apontam contradições – o sargento da PM Sidney Rodrigues, que atirou em Cerqueira, teria tentado o suicídio depois do crime ou vigilantes, que teriam testemunhado a morte de Cerqueira, mataram o sargento.
De acordo com o laudo de balística, divulgado ontem, três projéteis, incluindo o que matou o coronel, saíram da arma que estava com o sargento. Mas o texto não apontou se o quarto disparo teria sido feito por Rodrigues. Com isso fica a dúvida se uma terceira pessoa teria participado do crime. Dentro da cúpula do PDT, partido ao qual o coronel era filiado, cresce a suspeita de que o crime possa ter sido político.

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