Brasília, 08 (AE) - O Banco do Brasil (BB), que, em maio de 1997, teve os cofres arrombados com maçarico por oficiais de Justiça, determinados a pegar soma equivalente à uma indenização reclamada pela empresa Vidraceiro do Norte, do Maranhão, está livre do ônus. Hoje, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendeu o pagamento da indenização reclamada pela empresa, da ordem de R$ 300 milhões, por considerar a quantia de valor exorbitante, e vai recalculá-la.

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