São Paulo - O ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Gilson Dipp afirmou que os juizados abertos ontem nos aeroportos mais movimentados do país irão durar o mínimo possível e não irão solucionar todos os problemas enfrentados pelos passageiros. ‘‘Os juizados não são balcões de negócios. Eles só atuarão quando se esgotarem as outras possibilidades.’’
  Segundo a coordenadora dos Juizados Especiais Federais da 3ªRegião, desembargadora federal Marisa Santos, a previsão é a de que os juizados durem somente até 31 de janeiro —antes mesmo do feriado de Carnaval.
  Os juizados funcionam de segunda a sexta, das 11 horas às 19 horas; e aos sábados, domingos e feriados, das 14 horas às 19 horas. Neles estão reunidos juizados estaduais e federais. Os primeiros receberão reclamações referentes a atrasos e cancelamentos de vôos ou perda de bagagem; e os federais, sobre problemas com órgãos como Anac e Infraero.
  Nesta semana, no posto do aeroporto de Congonhas permanecerão um juiz federal e um estadual e quatro conciliadores. Depois, os juízes irão trabalhar a distância. O terceiro passo é a completa desativação do serviço

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