Foz do Iguaçu - O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem extraditar o libanês naturalizado paraguaio Assad Ahmad Barakat, 37 anos, acusado de envolvimento com organização terrorista. O anúncio acontece um dia depois do Brasil receber uma missão do serviço de inteligência dos EUA e anunciar uma cooperação para investigar o crime na tríplice fronteira.
Barakat foi preso pela Polícia Federal em 21 de junho em Foz do Iguaçu, onde reside desde 1987. Casado com uma brasileira e pai de três filhos, ele é acusado dos crimes de associação criminal, apologia ao crime e evasão de impostos em Ciudad del Este, além de suspeita de pertencer ao Hezbollah, grupo extremista libanês.
Caso seja enviado no Paraguai, entretanto, o empresário responderá pelo suposto envolvimento com terroristas. O advogado de Barakat disse que estudará a possibilidade de entrar com um recurso.

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