SP Fashion Week também é vitrine de negócios
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Karla Matida<br>Enviada a São Paulo 
Duas vezes por ano, a São Paulo Fashion Week movimenta a capital paulistana não só nas passarelas do Parque Ibirapuera como também hotéis, restaurantes e lojas. Não por acaso, a Prefeitura de São Paulo anunciou na semana passada que o maior evento de moda da América Latina agora faz parte do calendário oficial da cidade. Até o dia 21, 39 desfiles vão mostrar as tendências para o outono-inverno das principais grifes do País. A maratona começou ontem com a top model Izabel Goulart - que recentemente assumiu o posto que era de Gisele Bundchen na grife de lingerie Victoria's Secret - desfilando com exclusividade para a grife Forum Tufi Duek.
Mas além do vaivém de algumas das modelos mais importantes do planeta - hoje desfila a gaúcha Raquel Zimmerman, a número 1 do mundo eleita pelo Models.com -, o evento também virou importante vitrine de negócios. E não só de lojistas querendo atualizar o estoque para a próxima estação. As cifras se multiplicaram com a chegada de investidores interessados na criatividade dos estilistas nacionais.
Segundo Anderson Birman, da Arezzo, só este ano serão abertas seis lojas da marca na China. ''Eu recomendo que os jornalistas de moda passem a aprender mais sobre economia'', disse Birman.
A jornalista Karla Matida viajou a São Paulo a convite da organização do evento.


