Nos horários em que o sol está mais forte, algumas mulheres não abrem mão de um acessório que ajuda a amenizar o calor e a radiação de raios ultravioletas - a sombrinha. Em Londrina, sejam jovens ou idosas, há cada vez mais adeptas da ''moda''.
Roseli Aparecida da Cruz Carlos, de 42 anos, por exemplo, sempre tem a sombrinha à mão ''faça chuva ou faça sol''. ''Eu ando com ela na bolsa e uso mais no horário do almoço, quando o sol está mais forte. A gente tem que cuidar da pele, contra o envelhecimento e o câncer'', afirma ela, que também faz uso do protetor solar.
Outra adepta é Divina Aparecida Ferreira, de 59 anos, que além de usar o protetor solar ''todos os dias'' também recorre à sombrinha. ''Eu já tenho problema na pele, e preciso. Quando sai o sol, eu uso (a sombrinha)'', diz.
Já Iracema Bernardo da Silva, de 30 anos, está se acostumando com a sombrinha e quer usar mais protetor solar. Na última semana, o acessório serviu de proteção contra o sol para ela e o sobrinho João Hermínio Sobrinho, de dois meses. ''Sou mais acostumada a usar boné, e deveria usar mais protetor'', admite.
''Saiu de casa tem que usar protetor solar'', recomenda o dermatologista Carlos Augusto Silva Bastos, coordenador da campanha no Paraná. O ideal, segundo ele, é aplicar o produto duas vezes ao dia. Já na praia e na piscina, por conta do sol, da água e do suor, a recomendação é reaplicar o protetor a cada duas horas.
Quanto às sombrinhas, as melhores são as de algodão, que diferentemente das de nylon, barram mais a passagem dos raios ultravioletas. ''A vestimenta adequada é tão importante quanto a aplicação do filtro solar'', diz a dermatologista Selma Cernea, também coordenadora nacional da campanha. (C.P.)

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