São Paulo, 18 (AE) - A Solvay Indupa, subsidiária brasileira da belga Solvay, seria a mais provável compradora das operações de cloro-soda e PVC da Trikem no Pólo de Camaçari e em Alagoas - incluídas no pacote de vendas da Central de Matérias-Primas do Nordeste, Copene. Seria, porque a maior parte das operações da Solvay no Brasil e, neste mês, também na Argentina, são de soda-cloro e PVC, o que a colocaria em situação de grande player, como quer o governo com o seu projeto de reestruturação da petroquímica. Mas, é aí mesmo que está o problema. "Não podemos comprar a Trikem, porque se configuraria monopólio no Brasil e no Mercosul", garante o gerente de Comunicação Corporativa da Solvay Indupa, Paulo Moreno.

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