São Paulo - A tragédia de Eloá Cristina Pimentel motivou uma série de manifestações de solidariedade. A primeira veio da direção do cemitério de Santo André, que doou o jazigo para abrigar o corpo da jovem. ‘‘É uma forma de diminuir, nem que seja um pouquinho, a situação dolorosa que a família enfrenta’’, disse um dos donos do cemitério particular. Duas telefonistas que trabalham no cemitério não pararam de receber ligações solidárias à família.
  ‘‘Eu sabia que isso acabaria acontecendo.’’ Foi com essa frase, que a adolescente Nayara Rodrigues, de 15 anos, reagiu à morte da amiga. Coube à psiquiatra Suely do Valle Yatsuda dar a notícia à amiga de Eloá. Segundo a médica, Nayara contou que teria feito um ‘‘pacto es-piritual’’ com Eloá. ‘‘Elas combinaram que uma cuidaria da outra se algo acontecesse. Desde o início, elas estavam prevendo o pior’’, disse Suely.

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