Sobram 500 vagas nas confecções
O presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Maringá e Região, Valdir Scalon, diz que o plano de qualificação estabelecido pelo Estado tem um programa para cerca de dois mil trabalhadores do setor. Scalon afirma que hoje as 1.200 empresas da região teriam condições de empregar cerca de 500 pessoas, mas falta especialização.
Conforme o dirigente sindical, o maior problema está no desconhecimento da costureira em lidar com as máquinas modernas, em sua maioria, informatizadas. Ele cita que da simples máquina de costura ou de overloque, hoje as costureiras se deparam com equipamentos computadorizados.
Em média, uma costureira industrial ganha R$ 350,00 por oito horas de serviço. Scalon diz que a qualificação por curso leva no mínimo um ano para deixar o profissional apto ao trabalho.
Para a costureira Crislaine Pereira, 22 anos, na profissão há dois anos, a situação foi mais fácil. Ela conta que teve oportunidade de aprender a utilizar a máquina de costura industrial dentro da própria empresa em que trabalha.
Comecei como auxiliar de costura e depois me deram uma chance para fazer um teste na máquina. Como me dei bem, continuei no serviço, diz Crislaine. (M.M.)





