Cidade do México, 13 (AE-ANSA) - Subiu hoje (13) para sete o número de migrantes que morreram asfixiados em um vagão de trem superlotado e fechado no qual viajavam como clandestinos, cruzando o estado de Chiapas, no sul do México.
Os médicos acreditam que o número de vítimas ainda poderá subir, devido à gravidade do estado de 12 outros migrantes ilegais que viajavam no mesmo vagão e estão hospitalizados.
As sete primeiras vítimas, que viajavam junto a outras 132 originárias de El Salvador, Honduras e Guatemala, faleceram horas depois de terem conseguido cruzar clandestinamente a fronteira entre México e Guatemala.
Agentes do Serviço de Migração mexicano descobriram os chamados "braceros" durante uma revisão de rotina na estação ferroviária do povoado de Palenque, na linha divisória entre os estados de Chiapas e de Tabasco. Ainda não se sabe a nacionalidade dos falecidos, dois dos quais já estavam mortos ao serem descobertos, enquanto os outros cinco faleceram no hospital regional de Palenque.
O risco de vida para os outros 12 internados deve-se à falta de oxigênio em seus organismos. Três funcionários da ferrovia foram responsabilizados pelas mortes e por violação das leis de migração.

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