''Não me lembro a idade correta, mas foi por volta dos seis anos que começaram as dores de cabeça. Eram muito fortes, ele chorava e vomitava, foi muito difícil'', diz uma funcionária pública que prefere não se identificar, mãe de um menino que hoje tem 12 anos.
Ela conta que ''não se conformava'' com o fato de uma criança ter dor de cabeça: ''Eu falava, mas doutor, ele é uma criança'', lembra.
O menino passou por alguns exames como eletro e tomografia, até que veio o diagnóstico: enxaqueca, mal do qual a mãe também sofre. ''Eu tenho, e minha irmã e sobrinha também, e ela é do tipo que tem que ficar no escuro, sem fazer nada'', conta.
Para essa mãe, o lado emocional do filho está muito relacionado com as crises de enxaqueca. ''É claro que a alimentação também contribui, mas tem toda uma questão emocional'', afirma. Por isso, além dos medicamentos utilizados para dor, ela buscou homeopatia e terapia floral para ajudar o filho. ''Agora, graças a Deus, ele está melhorando e as crises estão menos frequentes. Ele também está mais maduro e lidando melhor com seus problemas'', avalia. (C.P.)

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