Para a auxiliar de produção Sirlei Silva Costa, de 27 anos, de Londrina, o acaso deu uma mãozinha para que ela procurasse o método Kirlian. Angustiada, triste e ''quase entrando em depressão'' por conta de problemas pessoais, ela achou na rua um folheto sobre um curso de parapsicologia. ''Sempre fui muito curiosa sobre esse assunto e resolvi fazer'', conta. E foi no curso que tomou conhecimento do método que estuda fotos da aura.
Para quem ''só acreditava vendo'', o resultado ''foi impressionante''. A tristeza apareceu nas fotos, e ela começou um tratamento que incluiu cromoterapia, acupuntura e florais, que usa até hoje. ''Em três meses já vi resultado, minha autoestima melhorou, comecei me conhecer melhor, a pensar mais positivo e a encarar os problemas como aprendizado'', relata.
E também comemora o fato de não precisar usar medicamentos: ''Na época em que estava passando por aquilo tudo, procurei um clínico geral que me receitou um remédio para ansiedade. Mas o remédio me dava muita dor no estômago e eu precisava tomar outro para controlar a dor. Com o tratamento alternativo eu tive resultado, mas não efeito colateral''.
Com o professor Paulo de Oliveira, o resultado foi semelhante. ''Já deixei de fazer muita coisa boa na vida por causa da dor de cabeça - viajar, passear, sair com a família. Mas, hoje, muito raramente eu tenho dor, e quando tenho não é forte''. (C.P.)

mockup