Londrina – Enquanto o vestibular tradicional perde espaço nas universidades públicas, este modelo segue como a principal forma de seleção nas instituições particulares. "Um dos motivos talvez seja porque estas universidades tenham um segmento diferenciado, que a princípio não é o aluno da escola pública. Acredito que a médio prazo essas instituições também adotem a nota do Enem como forma de ingresso", aponta o coordenador do Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Raul von der Heyde.
Para o presidente do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR), Jacir Venturi, a questão econômica não é motivo para a continuidade dos vestibulares. "Os grandes vestibulares movimentam a economia das cidades, mas o resultado para as instituições é insignificante. O trabalho é muito grande e o custo alto", aponta. "Mas as universidades particulares têm características próprias, por isso é mais difícil delas aderirem ao Enem."(L.F.C.)

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