Londrina - Moradores e comerciantes vizinhos à base do Serviço de Atendimento Municipal de Urgência (Samu) no quarteirão da Rua Maranhão entre a Avenida Duque de Caxias e a Rua Uruguai, na Área Central de Londrina, afirmam que as sirenes, o entra e sai das ambulâncias e de suspostas algazarras dos motoristas e socorristas comprometem o atendimento nas lojas e o sono da madrugada.
Incluída na expansão da rede instalada, a unidade começou a funcionar em novembro do ano passado. A base realiza, em média, 300 atendimentos por mês, de acordo com a coordenação do Samu.

O comerciante Pedro Vicci, de 75 anos, que mora há 50 anos num apartamento em frente à base, reclama que o barulho nas madrugadas e nas tardes de sábado e domingo tem ''perturbado sua paz''. Hipertenso, ele diz que se assusta com o ruído das sirenes e com as conversas dos socorristas e motoristas com os vigilantes da unidade.

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