O professor e presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP) do Núcleo Londrina, Antônio Marcos Rodrigues Gonçalves, afirma que a categoria tem discutido junto ao Governo Estadual um novo modelo para o Sistema de Atendimento à Saúde (SAS), promovido pela Secretaria de Administração e Previdência.
''É preciso dar uma maior atenção ao atendimento à saúde. Além de um trabalho de prevenção, a categoria manifesta a necessidade de uma maior demanda de profissionais de saúde, principalmente psicólogos'', ressalta.
Atuando em Londrina e mais 20 municípios, com cerca de sete mil sindicalizados, a categoria quer urgência na contratação de psicólogos, já que o SAS dispõe apenas de psiquiatras. ''Nosso tratamento é na base de medicação controlada e acho que só isso não resolve o problema'', declara o professor Márcio André Ribeiro, diretor de Políticas Sindicais da APP Sindicato.
A assessoria de comunicação da Secretaria Estadual da Administração e Previdência explica que ''o SAS é um benefício e não um plano de saúde. É para atendimento médico-hospitalar e o psicólogo está entre as exclusões do plano de cobertura, assim como outras especialidades, como ressonância, órtese e prótese''. Porém, o órgão afirma que está estudando, juntamente com os servidores, uma nova modelagem para que se transforme em plano de saúde.
Em relação à oferta gratuita de medicamentos de uso controlado, a assessoria informou que o benefício atual também exclui o fornecimento, com exceção daqueles que são prescritos durante internamento.

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