‘‘Ganhamos a legalidade, mas não temos um centavo’’, disse o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva. O sindicalista explicou que a Força Sindical reivindica que as centrais passem a receber os 20% do Imposto Sindical que hoje é destinado ao Ministério do Trabalho. ‘‘Dá para realocar imposto por medida provisória’’, explicou.
  O imposto sindical, que só acabaria no âmbito da reforma sindical por emenda constitucional, corresponde a um dia de trabalho por ano de cada trabalhador brasileiro, sindicalizado ou não. Na divisão da arrecadação, 60% do imposto sindical cabe aos sindicatos, 15% às federações, 5% às confederações e os 20% restantes ao Ministério do Trabalho.
  Outras duas medidas ainda serão anunciadas pelo governo nos próximos dias. Marinho garantiu que os trabalhadores terão assento no conselho das empresas públicas e estatais. O governo também vai ratificar a convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que assegura a negociação coletiva e o direito de greve aos servidores públicos.(Folhapress)

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