"Eu lembro perfeitamente da última vítima tirada do local. Uma mulher de uns 23 anos que mesmo em óbito continuava abraçada com um recém-nascido''. O relato emocionado é do cabo José Claúdio Alves, do Corpo de Bombeiros em Londrina, relembrando uma tragédia que aconteceu no final da década de 1980, quando um ônibus rompeu a barreira do Rio Tibagi e caiu nas águas.

Alguns anos depois o cabo esteve na primeira turma de bombeiros que concluiu o curso para se tornar socorrista do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), que comemora 15 anos de funcionamento em Londrina e já atendeu 106.334 vítimas.

Segundo Alves, manter o controle emocional quando vai atender a um chamado é um desafio. No entanto, nem sempre as experiências destes profissionais são negativas. Saiba mais sobre as histórias dos socorristas e a atuação do Siate na reportagem de Davi Baldussi.

E mais:

Soldado já atendeu vítima no túmulo

mockup