São Paulo, 02 (AE) - Os sindicalistas da CUT e Força Sindical conseguiram hoje a adesão da indústria de caminhões e ônibus para o acordo emergencial para reativar as vendas de veículos. As montadoras de veículos pesados concordaram em dar estabilidade no emprego até 6 meses. Mas, além da queda de impostos, prevista também no acordo com o segmento de automóveis
esta negociação inclui a concordância do governo para mudanças nas linhas de financiamento.
O setor quer aumentar o limite do crédito, via Finame, de 60% para 100% do valor do bem, aumento do prazo de pagamento de 5 para 6 anos, com carência elevada de 6 meses para um ano e a inclusão da pessoa física nos programas de financimamento. Na questão dos impostos, o segmento de caminhões e ônibus já é beneficiado por alíquotas mais baixas de IPI, mas reivindica a redução do ICMS.

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