Servidores não tiveram proposta concreta
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terça-feira, 24 de abril de 2012
Rubens Chueire Jr. <br> <br> Equipe da Folha 
Curitiba - Os representantes dos sindicatos de servidores técnicos administrativos das universidades estaduais saíram decepcionados da reunião de ontem pela manhã, em Curitiba, com as secretarias da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e da Administração e Previdência (Seap). A categoria aguardava uma proposta oficial de PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) dos funcionários, além de implantação de auxílio transporte, regulamentação da carga horário para atividades já previstas em lei e incremento do piso salarial que hoje é de R$ 770.
Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Técnicos-Administrativos da Universidade Estadual de Londrina (Assuel-Sindicato), Marcelo Alves Seabra, o governo apenas apresentou uma proposta preliminar para o plano de carreira, sem dar maiores detalhes, além de formar um grupo de trabalho para analisar todas as reinvidicações a partir de maio. Este grupo será formado por representantes de todos os sindicatos e integrantes da Seti. ''Saímos de mão abanando, decepcionados. De concreto nada ainda foi apresentado e teremos que aguardar'', disse Marcelo.
Amanhã acontece uma assembleia com os servidores da UEL e, no dia seguinte, com os funcionários do Hospital Universitário (HU), para depois decidir quais serão os próximos passos. O mesmo deve ocorrer nas demais instituições estaduais de ensino superior.
''Estamos trabalhando com o princípio de criar sinergia no quadro de recursos humanos do Estado. Vamos corrigir aspectos técnicos, mas de acordo com a realidade que a Lei de Responsabilidade Fiscal nos impõe. Há avanços, há garantias. É uma nova carreira'', afirmou ao grupo o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal.


