Ribeirão Preto, SP, 06 (AE) - Os servidores públicos de Ribeirão Preto, a 310 quilômetros de São Paulo, entraram em greve hoje por causa do atraso e parcelamento dos salários desde agosto do ano passado, além das ameaças de demissão. Segundo o sindicato da categoria 70% dos servidores aderiram ao movimento e foram mantidos apenas os serviços essenciais. A prefeitura contesta informação, afirmando que apenas 30% dos funcionários pararam. Ainda hoje a categoria decide sobre a continuação ou fim do movimento.
O prefeito Luiz Roberto Jábali (PSDB) disse, em entrevista coletiva, que "não há um forte motivo para a greve". Ele prometeu pagar os salários atrasados, mas disse que a prefeitura tem dificuldades até para cumprir compromissos com fornecedores. "Jábali alegou só ter recebido a pauta de reivindicações do sindicato no final da tarde de ontem (05). Ele prometeu atender a algumas reivindicações, como dar vale-refeição para gestantes e funcionários em licença médica e em férias.
A vice-presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Ribeirão Preto, Nadir Fabris Moreira, disse que o Departamento de água e Esgoto de Ribeirão Preto (Daerp) e a Secretaria de Infra-estrutura pararam totalmente.

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