Serjão e Luiz Eduardo, perdas para o Governo
Além de todos os problemas que teve, o Governo Federal sofreu duas pesadas perdas humanas, neste ano. Primeiro, a 19 de abril, morria Sérgio Motta, ministro das Comunicações do Governo e homem forte do presidente Fernando Henrique Cardoso. Serjão, como era chamado, fazia uma linha de frente importante para enfrentar os mais sérios problemas e desafios do Governo Federal. Era inclusive o verdadeiro ariete no processo de privatização das telefônicas, que iria ocorrer em seguida.
Logo em seguida, a 21, morria, com problemas cardíacos, o deputado federal Luiz Eduardo Magalhães, filho de Antônio Carlos Magalhães, nova liderança que vinha atuando também de modo muito firme em apoio ao Executivo, no Congresso.
Ambas as perdas foram sentidas e causaram profundo impacto ao presidente. Ele inclusive interrompeu viagem à Espanha para participar do sepultamento de Luiz Eduardo. Luiz Carlos Mendonça de Barros substituiu Serjão nas Comunicações, permanecendo ali até o escândalo dos grampos telefônicos.
O Paraná também sofreu duas importantes perdas no mundo político: morreu Mauricio Fruet, pouco antes das eleições. Em setembro, Oswaldo Magalhães dos Santos, secretário dos Esportes do Estado, morria, aos 38 anos, em acidente. Em outubro, outra perda para a política nacional, com a morte do senador catarinense Vilson Kleinobing.





