Serial killers do último século
Na Colômbia: Luis Alfredo Garavito, ''o monstro de Genova'', condenado em maio de 2000 em Bogotá a 835 anos de prisão, é considerado um dos mais sangrentos serial killers da história, com 189 vítimas.
No Equador: Pedro López Monsalve foi condenado em 1980 pelo assassinato e abuso sexual de quase 60 crianças. Suspeito de 300 assassinatos.
Na Rússia: ''O açougueiro de Rostov'', Andrei Chikatilo, foi considerado culpado de 52 assassinatos sexuais, cujas vítimas eram principalmente crianças e adolescentes, entre 1978 e 1990. Ex-professor e doutor em Filosofia, foi executado em 1994.
No Paquistão: Javed Iqbal, de 38 anos, foi condenado a morte pelo assassinato de cem crianças. Confessou à polícia que havia dissolvido seus corpos em ácido.
Nos Estados Unidos: John Wayne Gacy, conhecido como ''o palhaço assassino'', confessou ter violentado e estrangulado 33 jovens entre 1972 e 1978. Vinte e nove corpos foram encontrados debaixo de sua casa. Foi executado em 1994, em Illinois.
Jeffrey Dahmer, ''o açougueiro de Milwaukee'', cometeu 17 assassinatos entre 1978 e 1991, e reconheceu que comeu a carne de três vítimas. Morreu na prisão, assassinado por outro presidiário, em 1994.
Na Itália: Donato Bilancia, de 46 anos, confessou ter assassinado 17 pessoas entre outubro de 1997 e abril de 1998, e foi condenado a 13 penas de prisão perpétua em Genova.
Na Grã-Bretanha: Rosemary West foi condenada a prisão perpétua em novembro de 1995 por 10 assassinatos e é suspeita de outros nove crimes. Na ''Casa dos Horrores'', em Gloucester (oeste), foram encontrados 10 corpos, entre os quais estavam os das filhas de West. Seu marido, Frederik, se suicidou na prisão em janeiro de 1995, depois de ter confessado 12 assassinatos.
Na Alemanha: Peter Kuerten, ''o vampiro de Dusseldorf'', foi decapitado em 1931 por ter assassinado nove meninas e mulheres, cujo sangue bebeu. Confessou ter matado 50 pessoas.
Na França: o médico Marcel Petiot foi considerado culpado de 24 assassinatos e executado em 1946. Ele despedaçava e queimava suas vítimas em um hotel de Paris.
Henri-Désiré Landru, executado em 1922, utilizava os anúncios de casamento para atrair suas vítimas, cujos corpos queimava em sua cozinha.





