Sercomtel abrirá sindicância
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segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Lucio Flávio Cruz<br>Reportagem Local 
Londrina A Sercomtel vai abrir uma sindicância para apurar a conduta do servidor Izaltino Toppa, que foi preso no dia 26 do mês passado pelo Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), acusado de tentativa de homicídio qualificado contra um colega de trabalho.
De acordo com o presidente da empresa, Christian Schneider, a Sercomtel vai tomar todas a medidas administrativas cabíveis em relação a atuação de Toppa. "Será aberto, inclusive, um processo administrativo disciplinar até pelo fato dele estar ausente do trabalho, já que está preso. Fora outras situações que o enquadram no regime do estatuto disciplinar dos servidores da Sercomtel. As medidas administrativas serão tomadas, já as criminais ficam a cargo do Ministério Público e da Justiça", frisou Schneider.
Toppa denunciou uma tentativa de extorsão, que resultou na prisão de cinco pessoas pelo Gaeco. O funcionário teria pagado R$ 25 mil ao grupo e quando houve a solicitação de mais R$ 120 mil, fez a denúncia que resultou nas prisões. Segundo a acusação do Ministério Público (MP), que levou Toppa para a prisão, ele teria dado cápsulas de remédio com veneno à vítima. Ambos são fiscais de contratos e também trabalham com vendas de cartão telefônico.
Os motivos que levaram Toppa a ser extorquido e tentado matar o colega ainda são desconhecidos pelo Gaeco e também pela empresa. Tanto Toppa como os cinco acusados de extorsão seguem detidos. No dia em que Toppa foi preso, a advogada Silvana Pedroso afirmou que o cliente está sendo vítima das pessoas que o estavam extorquindo.


