Os sequestradores de uma das sócias da Editora Record, Sônia Machado Jardim, já fizeram dois contatos com a família dela, mas o valor do resgate ainda não foi estipulado, segundo informou ontem o marido da vítima, o médico Antonio Carlos Jardim. Ele afirmou que sua maior preocupação é que o montante exigido seja muito alto. ‘‘A empresa da família, como várias do País, passa por um momento difícil, de ajuste à nova situação econômica em que nos encontramos’’, disse.
Aparentemente calmo, mas abatido, ele contou que o primeiro contato feito pelos sequestradores aconteceu na própria noite em que Sônia foi levada para o cativeiro, na última quinta-feira. O segundo foi feito sábado à noite, quando foi dada uma prova de que Sônia, de 40 anos, estava viva. Jardim não revelou qual teria sido essa prova.

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