Sêmen no corpo de Tayná não é de presos
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terça-feira, 09 de julho de 2013
Mariana Franco Ramos<br>Equipe Bonde 
Curitiba - O sêmen encontrado no corpo da adolescente Tayná Adriane da Silva, de 14 anos, morta no dia 25 de junho em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), depois de um suposto estupro, não é de nenhum dos quatro presos apontados como autores do crime. A informação foi confirmada na manhã de ontem pela Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná (Sesp), após a conclusão do laudo da Polícia Científica, que fez exame de DNA.
Segundo a assessoria de imprensa da Sesp, os órgãos envolvidos nas investigações sobre o caso participaram de uma reunião na manhã de ontem, na sede do Instituto Médico Legal (IML) da capital, para definir uma nova linha de atuação. Como o inquérito já foi entregue ao Ministério Público do Paraná (MP-PR) e ao Poder Judiciário, na última sexta-feira, porém, caberia agora ao promotor solicitar mais informações sobre o que aconteceu. Até o momento, não foi identificado de quem é o sêmen. O MP-PR informou que já solicitou o laudo técnico do IML.
A Sesp irá abrir uma sindicância para investigar o vazamento do laudo e também determinou que o delegado Silvan Rodney Pereira, que estava em férias, volte ao trabalho para comandar as investigações.
Desde o início das apurações, havia contradições nas versões apontadas pela polícia. O delegado Fábio Amaro, titular da Delegacia de Pinhais, que está respondendo pela Delegacia do Alto Maracanã, em Colombo, afirmou que Adriano Batista, de 23 anos, Sérgio Amorin da Silva Filho, de 22, e Paulo Henrique Camargo Cunha, de 25, mataram a menina depois de terem mantido relações sexuais à força com ela. Ezequiel Batista, de 22, irmão de Adriano, também foi detido e indiciado por ter acompanhado o que ocorreu e nada ter feito para evitar. Os quatro são funcionários de um parque de diversões, por onde a garota passava diariamente.


