Sem-terra deixam sede do Incra
Sem-terra deixam
sede do Incra
Os cerca de 500 sem-terra que haviam ocupado a sede do Incra em Francisco Beltrão (PR) na segunda-feira, deixaram o local ontem à tarde. O movimento exigia o cumprimento de uma pauta com 10 reivindicações. Alguns dos itens serão atendidos imediatamente pelo Incra. Outros, que dependem de recursos da União e do governo estadual, ainda não têm prazo para o atendimento. Na próxima segunda-feira, os dirigentes do Movimento Sem Terra (MST) estarão em Curitiba, com representantes da unidade do Incra de Francisco Beltrão, para negociar a pauta junto à Superintendência Estadual. Nosso movimento não parou por aí, assegurou o coordenador regional do MST, Claimar Schmitz. Ele garantiu que o mês de abril será marcado por muitos protestos dos sem-terra que querem maior agilidade e recursos para a reforma agrária.
Cerca de 300 fragmentos de troncos fossilizados, com aproximadamente 10 milhões de anos, que são parte de uma floresta fossilizada enterrada, foram encontrados numa faixa da fronteira brasileira com o Uruguai e a Argentina, informou esta terça-feira o geólogo Atila da Rosa. As pesquisas indicam que a floresta petrificada se estende por 160 km, com 60 km de largura, disse o geólogo a jornalistas. O achado permitirá aos pesquisadores estudar a evolução do período Terciário (que durou 65 milhões de anos, há até dois milhões de anos) no território brasileiro, já que se trata dos primeiros fósseis vegetais do período encontrados no Brasil.





