Imagem ilustrativa da imagem Sem muro, Aeroporto de Londrina reforça segurança e prevê reparo
| Foto: Paulo Monteiro



A forte chuva ventania que deixaram um rastro de destruição em Londrina, no início da semana passada, derrubou o muro do Aeroporto José Richa, provocando estragos em uma extensão de mais de 100 metros.

Para evitar a entrada de pessoas na pista, a Infraero informou que telas de proteção foram instaladas de maneira emergencial e que a vigilância foi reforçada com patrulhamento no local. "O processo licitatório está sendo concluído e a previsão é que os reparos comecem a ser realizados até o fim desta semana", prevê a Infraero em nota enviada à FOLHA.



Vídeo do repórter Paulo Monteiro

BALANÇO

A Defesa Civil divulgou nesta terça-feira (28), um balanço definitivo sobre as chuvas intensas que provocaram estragos em Londrina na última segunda-feira (20).

De acordo com o levantamento, o desastre natural ocasionou a queda de 254 árvores ao todo, afetando diversos bairros da cidade, principalmente em áreas da zona leste. Na segunda-feira (27), a Secretaria de Obras liberou o trânsito de veículos na ponte da Rua Charles Lindemberg e na Rua Almeida Garret, que estavam interditadas devido aos estragos das chuvas.

O prejuízo total que a Prefeitura de Londrina teve pelos estragos registrados, no dia 20 de novembro, foi de aproximadamente R$ 3,7 milhões, incluindo danos causados em estabelecimentos públicos como escolas, prédios e imóveis atingidos, além do Parque Municipal Arthur Thomas. O parque foi local com prejuízo mais significativo, representando cerca de R$ 3 milhões do montante total devido ao volume de terra e barro que desceu para o lago, destruição de para-peitos, trilhas e exposição da tubulação de esgoto.

De acordo com o coordenador-adjunto da Defesa Civil em Londrina, Demerval Anderson do Carmo, existe uma regra estabelecida pela Secretaria Nacional de Defesa  Civil que precisa ser seguida pelo município que pretende decretar situação de emergência. "Para isso, é necessário que o valor dos prejuízos obtidos alcancem um nível percentual de 2.77% do PIB total do Município, o que não ocorreu em Londrina", esclareceu. (Colaborou Paulo Monteiro/Grupo Folha)

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