Sem medo do espelho nem de fotos
Aos 27 anos, Gisele Michelassi, de Londrina, comemora o resultado do tratamento para acne que está finalizando - sem medo de se olhar no espelho ou de aparecer nas fotos. Pelo contrário: ''Agora eu gosto de mim. Antes, nenhuma foto estava boa'', diz.
Gisele conta que sofreu durante a adolescência com os cravos e espinhas que começaram a aparecer por volta dos 13 anos. ''Era muito, nas bochechas, na testa e até no queixo. Mas, sempre imaginei que quando fizesse 20 anos elas iriam sumir'', diz.
Não sumiram. E, antes disso, o processo de tentar curar a acne foi longo. ''Usava remédios secativos, sabonetes específicos, já cheguei a usar antibióticos, até que cansei e fiquei convivendo com o problema. Mas tinha vergonha e achava que, na rua, todo mundo ficava me olhando'', lembra.
Em outubro do ano passado iniciou o tratamento com isotretinoína de uso oral e foi o que teve resultado. ''Essa é a última caixa e foi uma diferença grande, principalmente para a autoestima. Agora é só esperar seis meses para tratar as cicatrizes'', comemora.
Para o estudante de farmácia Flávio Luise Bressan, de 18 anos, o uso da isotretinoína de forma oral foi também o que solucionou a acne, que apareceu aos 13 anos. ''Era bem incômodo, bem feio. Usei outros quatro medicamentos (inclusive antibiótico), mas nada resolveu'', conta. O grande benefício, diz, foi para a autoestima. ''Valeu muito a pena''. (C.P.)





