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. | Foto: Marcos Zanutto - Grupo Folha

A Prefeitura de Londrina vai suspender o atendimento ao público nesta quinta-feira (16), devido á falta de energia elétrica provocada pelo desmoronamento do Fórum Criminal, na tarde de quarta (15). O prefeito Marcelo Belinati (PP) vai assinar o decreto nesta manhã. A avaliação é que, sem água e iluminação, ficaria impossível oferecer condições mínimas para os servidores.

A administração municipal iniciou o dia com expediente interno, sem abastecimento de água e luz, mas com aparelhos supridos por geradores. Os funcionários, entanto, trabalham sob penumbra. Segundo o N.Com (Núcleo de Comunicação), os servidores de internet serão supridos pelos geradores, mantendo o acesso por parte de escolas, unidades de saúde e outras repartições de fora do Centro Cívico.

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Na Câmara de Londrina, .o fornecimento de energia elétrica só foi prejudicado no fim da tarde de ontem e restabelecido por volta das 19h30, informa a assessoria da Casa. O expediente será normal, inclusive com a realização de sessão ordinária, que começa às 14h.

A assessoria de imprensa da Copel informou na manhã desta quinta que o desabamento do Fórum Criminal danificou oito postes e mobilizou duas equipes de reconstrução e uma de manutenção, que trabalhavam retirando árvores e restabelecendo a rede. Ainda na noite de quarta, duas mil residências chegaram a ficar no escuro, mas foi possível reduzir no mesmo dia para quatro pontos sem energia.

VISTORIA DO CREA

O Crea-PR (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná ) realizou vistoria no prédio do Fórum Criminal de Londrina na manhã desta quinta-feira (16). Foi constatado que a documentação exigida perante a lei está em dia.

Segundo o Crea, os fiscais verificaram que a empresa responsável pela demolição do prédio está devidamente registrada junto ao sistema Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia)/Crea, bem como possui o engenheiro Civil responsável técnico pelo serviço. “Fizemos dois relatórios circunstanciados com fotos. Um da obra de construção do prédio, que em tese ainda não começou, e outro do serviço de demolição que está em curso”, explica o facilitador de fiscalização da regional do Crea-PR em Londrina, Alexandre Barroso.

O relatório do sinistro será encaminhado, juntamente com as notícias veiculadas pela imprensa referentes ao acidente, à Câmara Especializada de Engenharia Civil do Crea-PR. “A Câmara, então, encaminha esse documento para uma comissão formada por diversos profissionais de Engenharia, que analisa os sinistros e considera se houve alguma falha profissional”, completa. Se constatado que a causa do sinistro foi decorrente de imperícia, imprudência ou negligência profissional, será instaurado um processo administrativo para apuração e responsabilização dos envolvidos.

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