Seita japonesa tenta mudar imagem
Tóquio, 29 (AE-AP) - A seita do dia do juízo final do Japão, cujos líderes foram processados por assassinato durante um ataque com gás no metrô de Tóquio em 1995, prometeu hoje (29) reduzir suas atividades e cessar o recrutamento de novos membros.
Mas a Aum Shinri Kyo (Seita da Verdade Suprema) desapontou vários japoneses ao manter hoje sua recusa em admitir envolvimento no ataque com gás sarin que matou 12 pessoas e deixou milhares de feridos.
Os líderes do culto disseram que o grupo deixará de usar seu nome temporariamente, a partir de sexta-feira, porque tinha sido criada muita "confusão com o público e ferido a imagem da seita".
"Fomos aconselhados por muitos que uma mudança de nome aumentaria nossa imagem", disse o porta-voz da seita, Hiroshi Araki, sem adiantar o nome que será dado ao culto.
A seita também suspenderá todas as atividades públicas, reduzirá sua sede em Tóquio e fechará todas suas filiais de âmbito nacional, informaram seus líderes.





