Rio, 05 (AE) - Os três projetos de lei que tratam da previdência complementar devem estar aprovados até o início de 2000, durante a convocação extraordinária do Congresso. A previsão é do secretário de Previdência Complementar do Ministério da Previdência e Assistência Social, Paulo Kliass. Em palestra hoje no Instituto Brasileiro dos Executivos em Finanças (Ibef), o secretário disse que a reforma da Previdência, "apesar de muito importante, não foi tratada pelo Congresso durante o primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso".
As mudanças nas regras da previdência complementar incluem a permissão para que União, Estados e Municípios possam constituir seus próprios fundos de pensão, direito que deve ser estendido também a sindicatos e organizações de classe. Com as mudanças, Kliass espera que o patrimônio dos fundos de pensão, hoje de R$ 110 bilhões, possa dobrar.

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