O secretário municipal de Saúde, Felippe Machado, disse que as correções para os problemas apontados pelos funcionários estão sendo providenciadas. Ele informou que a previsão era instalar dois aparelhos de ar-condicionado no andar de cima da Central de Regulação, onde ficam os atendentes, e um no andar de baixo, pavimento onde fica a ala de descanso, ainda em setembro. Na última semana do mês, segundo um funcionário, apenas um ar-condicionado foi instalado, no pavimento superior.

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Machado disse que as camas e os colchões são os mesmos que eram utilizados na sede da rua Maranhão e minimizou as condições da sala de descanso no prédio da alameda Manoel Ribas. "Sala de descanso é de descanso, não é para ficar lá."

O secretário responsabilizou as gestões passadas pela situação. "Se as outras administrações tivessem feito, não estaria assim. É uma sede grande, com toda uma estrutura", justificou, acrescentando que a sede da secretaria também funciona em um imóvel adaptado, no qual há vários problemas.

O secretário disse ainda que quando a sede da Central de Regulação foi transferida da rua Maranhão para a alameda Manoel Ribas, solicitou a troca de todas as cadeiras que estavam em más condições, o que foi feito. "Também trocamos os headsets (fones de ouvido com microfone acoplado), foram comprados mais de dez aparelhos novos. As mesas são as mesmas e não há previsão de troca. Nunca recebi reclamação das mesas."

Sobre a falta de estacionamento na Central de Regulação, o secretário adiantou que é inviável, assim como o uso de gás de cozinha que, segundo ele, não poderia ser instalado em nenhuma das sedes por questões de segurança.

Machado comentou a informação repassada por um funcionário sobre a possibilidade de suspensão do pagamento do adicional de insalubridade aos técnicos em gestão pública que trabalham na Central de Regulação e disse desconhecer o fato. "Quem define o adicional é a medicina ocupacional, por laudo. Não é a Secretaria de Saúde. Pode ser que seja feita a reavaliação pela Secretaria de Saúde porque os laudos têm validade, pode ser isso. Mas eles não vão parar de receber", garantiu.

O secretário disse estar ciente das reclamações sobre a falta de segurança do prédio e disse que já pediu para que o portão eletrônico seja mantido fechado para evitar a entrada de pessoas não autorizadas. "Já pedi para que deixem fechado e pedi para fazerem uma abertura no portão menor para acesso controlado. Não sei por que o portão maior está ficando aberto, já que é eletrônico. É só acionar uma campainha para abrir. À noite tem um vigilante."

Após a reportagem ouvir o secretário de Saúde sobre os problemas da Central de Regulação, chegaram relatos sobre os problemas na garagem das ambulâncias. A reportagem voltou a entrar em contato com a Secretaria de Saúde e a assessoria de imprensa do órgão solicitou que os questionamentos fossem enviados diretamente a Felippe Machado por WhatsApp, o que foi feito. As mensagens foram visualizadas, mas não foram respondidas.(S.S.)

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