O secretário de Saúde do Paraná, Armando Raggio, garantiu ontem em Curitiba que os funcionários da Vigilância Sanitária do Estado não exercem atividades paralelas em farmácias ou laboratórios. No Estado, a Vigilância atua de forma descentralizada, com técnicos e fiscais distribuídos em 22 regionais, dando suporte para os municípios.
Em Curitiba, o secretário municipal de Saúde, João Carlos Baracho, também garantiu que não há duplicidade de funções. A cidade está dividida em oito distritos sanitários, onde trabalham 180 profissionais. Segundo Baracho, há 14 farmacêuticos no quadro próprio, com dedicação exclusiva à Vigilância Sanitária, que está ligada ao Centro de Saúde Ambiental, organismo da Secretaria.
O secretário estadual recomendou ontem que as empresas que possuem remédios vencidos mantenham-nos lacrados e armazenados, conforme determina a legislação. Elas devem avisar as regionais para que possa ser feita a coleta. Segundo ele, está havendo ‘‘pânico’’, o que explica o abandono de remédios em terrenos baldios. Em Curitiba, segundo o secretário Baracho, os pedidos para as empresas que fazem as coletas do material vencido cresceram ‘‘de um por mês para 30 por semana’’.

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