Marcos Zanatta
O secretário de Transportes de Maringá, José Henrique de Camargo, disse que o aumento da velocidade nas ruas e avenidas da cidade, como pede projeto do vereador Ulisses Maia (PSB), é inviável. Ele explica que a velocidade máxima é definida através de regulamentação, obedecendo algumas características das vias. ‘‘A velocidade de 80 quiolômetros por hora, que o vereador quer para a Avenida Colombo, é liberada para vias de trânsito rápido, mas que tenha o trânsito livre e sem travessia de pedestres’’, justificou.
A Avenida Colombo, continua Camargo, corta uma zona urbana de grande movimentação, cruza com cerca de 40 ruas e avenidas, recebe trânsito pesado, grande movimentação de pedestres e registra o maior índice de acidentes com vítimas fatais.
‘‘Apenas no segundo semestre de 98 foram 120 acidentes com 10 vítimas fatais’’, compara. O secretário alega que as mudanças no trânsito de Maringá, que incluem os radares tipo ‘‘pardal’’, visam dar mais ‘‘segurança’’ aos motoristas. Ele lembra que outras cidades adotaram velocidades semelhantes a de Maringá, e conseguiram reduzir e até acabar com acidentes graves. ‘‘Se evitarmos uma morte no trânsito estaremos satisfeito’’, afirma.

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