O atendimento no Centro Integrado de Doenças Infecto-Contagiosas (Cidi) de Londrina será mantido, mesmo com a reforma do prédio, no Centro, iniciada há cerca de uma semana. A garantia é da secretária municipal de Saúde, Josemari de Arruda Campos, que disse ter sido informada de que a troca dos telhados do imóvel ''seria feita de forma rápida, de 7 a 10 dias''.
Na edição de ontem, a Folha mostrou que funcionários ficaram surpresos e preocupados com o início da reforma às vésperas do feriado de Carnaval. Com parte do prédio destelhado, salas e móveis foram atingidos pela chuva. A gerente do Cidi, Sueli Galhardi, afirmou que não sabia como e para onde iria remover a mobília e os funcionários do piso superior.
''Vamos fazendo aquilo que dá e adequando a estrutura. Não vamos tirar tudo de lá durante a reforma, até porque não temos prédios públicos disponíveis'', asseverou a secretária. A obra foi licitada pelo Estado. A diretora da 17 Regional de Sa© úde, Wânia Gutierrez, destacou que no dia 15 de janeiro o Município foi oficiado sobre a reforma - um ''pleito de muitos anos'', segundo ela. ''O que nos cabia era comunicar o gestor de Saúde e isso foi feito. Vamos tentar fazer os trabalhos sem que haja prejuízo à assistência'', resumiu.
Josemari confirmou que houve a comunicação. ''Imaginamos que o processo de licitação terminaria em meados de fevereiro e que a obra iniciaria em março, mas acabou adiantando. De qualquer forma, a reforma é importante e há uma necessidade histórica de rever alguns serviços de saúde'', completou.

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