A Secretaria de Saúde de Londrina informou ontem que não comprou qualquer medicamento da empresa Medicminas - Equipamentos Médicos Ltda., de Belo Horizonte (MG), que teve o produto lidocaína proibido no último sábado, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A rede pública de saúde na cidade utiliza apenas - em alguns procedimentos médicos - a lidocaína em forma de gel, fabricada pelo laboratório Cristália, de Itabira, no interior de São Paulo.
A lidocaína distribuída pelo laboratório mineiro teve a comercialização e o uso proibidos depois da ocorrência de três mortes na última sexta-feira no estado da Bahia. A substância é utilizada, principalmente, em exames de endoscopia, para diminuir o desconforto e os reflexos do esôfago dos pacientes durante o procedimento. A Secretaria Municipal de Saúde não tem registro de compra de nenhum medicamento da capital mineira.
Segundo a coordenadora de Assistência Farmacêutica da secretaria, Fabiana Daher Valentini Costa, o medicamento não é distribuído nas unidades básicas de saúde (UBS), sendo utilizado apenas em alguns procedimentos médicos.

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