Curitiba - Em nota enviada ontem à redação, a Secretaria de Estado da Saúde esclareceu que procedimentos como o recadastramento periódico dos pacientes e a auditoria realizada por médicos especializados ''são de extrema importância para o bom uso do dinheiro público'' e para evitar que pessoas mal intencionadas tenham como usar esses remédios para outros fins.
Ainda de acordo com a nota, ''a Central de Medicamentos do Paraná (Cemepar) segue protocolos clínicos do Ministério da Saúde que listam os medicamentos disponíveis para o serviço público''.
Segundo a Secretaria de Saúde, o Programa de Medicamentos excepcionais atende 31 patologias, por meio das farmácias especiais das 22 regionais da Saúde, distribuindo 164 tipos de medicamentos excepcionais para mais de 34 mil pacientes cadastrados.

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