Se não como, parece que falta alguma coisa
A jornalista Priscilla Vialle, de 25 anos, é daquelas que não vivem sem chocolate, mas optou por comer menos por dois motivos - para cuidar melhor da pele e para não correr o risco de engordar.
''Sempre gostei muito (de chocolate), desde pequena. Lembro que ganhava aqueles ovos gigantes na época da Páscoa. E em casa, todo mundo gosta, nunca faltava, sempre tinha algum chocolate'', conta.
Na época da adolescência, por conta do aparecimento de espinhas, e para não virar ''uma bola'', ela começou a diminuir a quantidade do alimento. Mesmo assim, chocólatra assumida, não passava vontade. Tanto é que na faculdade, enquanto os colegas buscavam os salgados na hora do intervalo, ela ia no chocolate.
''Eu sentia muita necessidade de comer chocolate. Até hoje eu tenho. Quando eu fico uns três dias sem comer, por causa de correria do dia-dia, parece que está faltando alguma coisa, que alguma coisa está estranha'', afirma.
O preferido é o bombom sonho de valsa, mas ela não abre mão também do chocolate ao leite. ''Antes eu comia todos os dias, quase metade de uma barra por vez. Agora, diminui e demoro uma semana para comer uma barra'', diz. (C.P.)





