Saúde pública não oferece medicamento
Em Londrina, o ácido fólico não é disponibilizado para pacientes da rede pública de saúde. A razão para isso, segundo a médica Marilda Kohatsu, coordenadora do Programa Saúde da Família, é ''a questão custo-efetividade''.
Ela explica que as gestantes não chegam aos postos de saúde até o prazo em que o medicamento deve ser utilizado (até a 12 semana de gestação). Ou chegam em um período em que o ácido fólico é recomendado para apenas mais um mês, quando os médicos acreditam que há pouca eficácia do produto. ''A captação da gestante não é precoce, não se trabalha ainda com a pré-concepção'', explicou.
A médica faz parte de uma comissão que estuda medidas para pré-natal de baixo risco nas Unidades Básicas de Saúde. Uma das propostas é padronizar a conduta médica para que todos os ginecologistas da rede prescrevam o folato. (C.P.)





