A secretaria estadual de Saúde determinou ontem a interdição cautelar do Laboratório Harward do Brasil e suspensão de venda e uso de lotes de dois medicamentos, além de produtos de limpeza fabricados por outras empresas. A medida estabeleceu a proibição de comercialização do lote 003 da Ampicilina (cápsulas) 500 miligramas da Farmex, Indústria Química e Farmacêutico, os lotes 98002, 98003, 9808006, 9809008 e 9810014 do medicamento Paratosse em pastilhas da H.B Farma Laboratórios (Herald’s do Brasil), o lote 4002 do desinfetante Briss Eucalipto da Briss Comércio e Indústria e a embalagem de dois litros, lote 101/97 do desinfetante Lipto Kleen da Adiquima Indústria e Comércio.
Hoje a secretaria edita duas resoluções interditando e suspendendo a venda e uso dos remédios Ranitidina 300 miligramas, lote C0108, fabricado pelo Laboratório Químico e Farmacêutico Bergamo e o lote 055065 do medicamento Nistatina suspensão oral do Laboratório Teuto Brasileiro.
O laboratório Harward do Brasil não possui licença de funcionamento expedida pela Vigilância Sanitária da secretaria estadual de Saúde, nem autorização da Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde. Nos casos dos medicamentos que tiveram suspensas a comercialização, a secretaria verificou a ausência do princípio ativo do produto ou existência de microfuros nos invólucros de alumínio.

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