A Secretaria Estadual de Saúde do Rio publicou ontem três resoluções no Diário Oficial proibindo a venda e o uso dos medicamentos Sulfato de Salbutamol, Poralamine xarope, Rotram A.G300, Ampicilina cápsulas 500 mg e mais três cosméticos que apresentaram falsificações em seus conteúdos e embalagens. Lotes deste produtos foram interditados, em todo País, por determinação do Ministério da Saúde e devem ser recolhidos de farmácias, drogarias e distribuidoras.
Na primeira resolução, a secretária Rosângela Bello suspende a distribuição do lote 970307 do Sulfato de Salbutamol, fabricado pelo Laboratório Laborsil Indústria Farmacêutica Ltda, os lotes 726, 729 e 733 do Poralamine xarope, do Laboratório Schering-Plough, e os lotes 7073501 A, 7073501 B, 7073502 B, 70735224 C do Rotram A.G300, também do Schering-Plough.
O Ministério de Saúde informou que os fabricantes dos remédios da primeira resolução tomaram a iniciativa de avisar a Vigilância Sanitária sobre as irregularidades nos seus produtos. No caso do Sulfato, o número do lote não foi reconhecido pelo fabricante. O Poralamine e Rotran apresentaram problemas nas embalagens das amostras grátis, como manchas de solventes que apagavam as palavras amostra grátis.
Na segunda resolução, foi determinada a interdição de todos os lotes do Ampicilina cápsulas 500 mg, do Laboratório LHD Harvard. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o medicamento não tem o registro do Ministério da Saúde. A terceira resolução trata da interdição do cosmético Hidra Aloe Creme Condicionador Nova, fabricado pela Taniss Indústria e Comércio de Cosméticos Ltda., que funciona em Minas Gerais, e não possui o registro do Ministério da Saúde.

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