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. | Foto: Venilton Küchler/Sesa

A Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Saúde, confirma o primeiro caso de chikungunya na cidade neste ano. De acordo com o boletim epidemiológico, uma mulher de 30 anos foi diagnosticada com o arbovírus na quarta-feira (22) e está fazendo o tratamento. O boletim aponta outros 12 casos notificados da doença, sendo seis em andamento e cinco já descartados. O registro refere-se ao período de janeiro até esta quinta-feira (23).

A doença é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti e os principais sintomas são febre alta e dores intensas nas articulações. Pode ocorrer ainda dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. Não existe medicamento específico contra a febre de chikungunya, mas os sintomas podem ser aliviados com o uso de remédios para dor ou febre, prescritos pelo médico.

De acordo com a secretaria de Saúde da cidade, o vírus da chikungunya circula na cidade desde 2016. No ano passado, dos 22 casos notificados, foram confirmados dois importados. Em 2017, 66 casos foram notificados. Deste total, três foram confirmados e 63 descartados.

A secretaria alerta para que a população faça sua parte no combate ao mosquito Aedes aegypti, prestando atenção em seu próprio quintal, evitando recipientes que possam acumular água. “É importante que a população colabore com ações de prevenção para eliminar criadouros, mantendo o quintal sempre limpo. O uso de repelentes também colaboram para a proteção contra o mosquito”, disse a gerente da Vigilância Epidemiológica de Maringá, Jussara Titato.

Levantamento

No início do mês de maio, a secretaria de Saúde divulgou o segundo Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti. O Índice Geral de Infestação Predial do Município de Maringá apontou médio risco com 1,4% de infestação do transmissor da dengue (período de pesquisa de 22 a 27 de abril). Os resultados da pesquisa são de acordo com a região próxima das 34 UBSs (Unidades Básicas de Saúde). O número é inferior ao 1º levantamento divulgado em janeiro, quando o índice registrou 4,2%, maior que a média considerada para alerta de 3,9%.

Segundo a pesquisa, com 48,60% os principais criadouros do mosquito são encontrados em lixos intra domiciliares. Em segundo, barris e tinas (22,30%), na sequência vasos de plantas (20,30%), pneus (3,40%), depósitos fixos e naturais (3,40%), e caixas d′água com 2%. No mês passado, dois óbitos por dengue tipo 2 foram registrados na cidade.

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