A confirmação de oito mortes de pessoas por febre amarela na região Sudoeste de São Paulo mobilizou as autoridades de Saúde do Paraná. A preocupação é para evitar que se repita o que aconteceu há um ano, quando vários casos foram registrados em diversos estados. Um caso foi registrado em Maringá, no Norte do Paraná.
  No estado de São Paulo, 20 municípios da região de Botucatu estão sob emergência sanitária e a preocupação maior é de que mosquitos infectados com o vírus transmissor da doença circulem pelas cidades do Norte Pioneiro, onde já começou a vacinação.
  A situação é preocupante nos municípios que fazem divisa com São Paulo e que ficam próximos ao rio Paranapanema, que corre por quase todo Noroeste e Norte do Paraná. A principal preocupação é com o trânsito de mosquitos que podem estar infectados. Os principais sinalizadores de perigo são os macacos. Se começarem a aparecer animais doentes ou mortos, as autoridades de Saúde devem ser avisadas.
  O Brasil viveu uma vacinação em massa contra a febre amarela entre o final de 2007 e início de 2008, quando houve corrida aos postos em razão dos casos de morte. Apenas no Paraná, segundo o Ministério da Saúde, foram aplicadas mais de 1,5 milhão de doses. A vacina é válida por 10 anos e apenas quem não foi vacinado neste período deve procurar uma unidade de saúde.


É indicada para pessoas que residem ou viajam para zonas onde podem contrair a doença. Crianças a partir de 9 meses já podem tomar a dose.

É uma doença infecciosa transmitida por mosquitos. O mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue), é um dos que pode transmitir febre amarela

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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