SAÚDE - Aumenta número de medicamentos adulterados
O Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), ligado ao Ministério da Justiça, informou que o número de casos de medicamentos adulterados cresceu no país. Segundo o órgão, a maior parte dos remédios é proveniente do Sudeste da Ásia. Os medicamentos, que geralmente entram no Brasil via Paraguai e Uruguai, são diversos desde fórmulas que combatem celulite e queda de cabelo a estimulantes sexuais e analgésicos. Pelo que foi constatado pelo CNCP, até os medicamentos usados para tratamento de câncer fazem parte da lista de produtos que não possuem nenhuma eficácia. Até mesmo drogas proibidas, como o Citotec (usado como abortivo, ilegalmente), podem ser encontradas no mercado de remédios adulterados. Para evitar a enganação, o Ministério da Saúde elaborou uma cartilha para ajudar os consumidores a se prevenirem contra os remédios falsificados. Entre as orientações, é recomendado apenas tomar medicamentos receitados pelo médico, nunca comprá-los em feiras e camelôs e exigir sempre a nota fiscal da farmácia ou drogaria, entre outras medidas. A venda de remédios falsificados é crime hediondo e prevê pena de 10 a 15 anos de reclusão.
A população asiática pertence a três grandes grupos étnicos: o caucasiano (brancos), o mongolóide (amarelos) e o negróide ou melanóide. Os mais importantes grupos lingüísticos são o eslavo (russo), o japonês, o coreano, as línguas semíticas (árabe na península arábica, hebraico em Israel), entre outrass substâncias que aliviam ou previnem a dor sem causar perda de consciência e sem destruir completamente o centro nervoso correspondente à área dolorosa
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