SAÚDE - ANS elabora resolução para reduzir taxa de cesáreas
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está elaborando uma resolução normativa para tentar reduzir a taxa de cesáreas realizadas em pacientes atendidos por planos e seguros-saúde privados atualmente, 82,4% dos partos são cirúrgicos.
O porcentual é quase três vezes superior aos 27,5% registrados na rede pública, e está muito acima dos 10% a 15% aceitos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Embora a nova norma ainda esteja sendo traçada, o gerente da Diretoria de Normas e Habitação de Produtos da ANS, Afonso Reis, adiantou que vai cobrar das operadoras e seguradoras que seus prestadores de serviço ofereçam condições mínimas para favorecer o parto vaginal. Na hora em que, por exemplo, for solicitado o registro de um plano obstétrico, vamos avaliar se os hospitais credenciados têm, por exemplo, salas de pré-parto adequadas, afirmou. Segundo Kátia Ratto, do Ministério da Saúde, a alta taxa de cesáreas encontrada na saúde suplementar, assim como o aumento que vem sendo registrado nos últimos cinco anos no setor como um todo, ou seja público e privado passou de 37,8% para 41,8% , só pode ser explicada por um conjunto de fatores, entre eles o comodismo, a preocupação estética e problemas na abordagem médica. Nem parto normal a mulher tem mais direto de escolher. Pois se cai na mão de um médico que só pratica a cirurgia, ela vai ter que fazer a cesárea.
O tipo mais comum de cirurgia de grande porte é a cesariana abdominal ou também chamada cesárea. É uma técnica cirúrgica para partos que constitui num corte feito na pele acima da linha dos pêlos púbicos, abrindo-se a parede abdominal e, depois, a parede uterina. Pode ser transversal ou longitudinal. A incisão da pele mais utilizada atualmente é a transversal.
É um ministério do governo do Brasil criado em 25 de julho de 1953 como Ministério da Educação e Saúde, hoje dividido em três órgãos: Saúde, Educação e Cultura. Depois de sua criação, passaram para a responsabilidade do Ministério da Saúde as atividades até então desenvolvidas pelo Departamento Nacional de Saúde (DNS).
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