Rio, 02 (AE) - O sargento da Polícia Militar José Carlos de Souza, de 40 anos, confessou na Delegacia de Homicídios sua participação no assassinato da estudante Patrícia Fernandes Braga, de 20 anos, na Quarta-Feira de Cinzas, em Maricá, no Grande Rio. Apontado pelo delegado Cláudio Emer como principal envolvido no crime, Souza estava com prisão preventiva decretada desde a semana passada.
O sargento admitiu ter queimado o corpo da estudante, mas negou que tenha sido o autor do disparo que provocou sua morte. Segundo ele, o entregador Édson Ricardo Sobral, que seria seu cúmplice e estaria dirigindo o carro na viagem para Niterói, atirou acidentalmente na moça. Ele alega que sua participação foi ajudar ao amigo a esconder e a queimar o corpo da estudante.
No depoimento ao delegado, Souza inocentou o cozinheiro Eduardo de Jesus Viena de Souza, que era amigo de Patrícia e continua em liberdade por decisão da Justiça.

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