Salas comerciais no PR estão entre bens sequestrados
O relator das ações penais 04 e 05/91, desembargador Paulo Gomes da Silva Filho, que apura as fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) explicou que os 20 imóveis sequestrados de Jorgina de Freitas não poderão ser leiloados enquanto houver recurso pendente. Entre os bens sequestrados no Brasil, estão um apartamento no Leblon, salas comerciais em Volta Redonda e no Paraná, além de uma fazenda em Minas Gerais e uma casa em Petrópolis. O valor apurado em leilão - no mínimo, R$ 5 milhões - seriam devolvidos aos cofres da Previdência.
Além dos bens sequestrados, Jorgina tem imóveis adquiridos antes das fraudes, que estão sob hipoteca legal, e só poderão ser vendidos depois da sentença transitada em julgado. Gomes Silva deverá consultar o Órgão Especial do TJ, composto dos 25 desembargadores mais antigos, para saber se Jorgina poderá ser julgada na ação penal número 05, que apura fraudes em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. (AE)





