Salário sem atrativos é a razão da falta de médicos da família
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Redação FolhaWeb 
Visitar os pacientes de casa em casa: um desafio que médicos e outros trabalhadores da área da saúde enfrentam há três décadas no Brasil. Em dezembro, a especialidade de Medicina de Família e Comunidade completou 30 anos de existência.
''É, portanto, uma das especialidades mais antigas do Brasil se considerarmos que a Comissão Nacional de Residência Médica foi instalada em 1977'', afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina da Família e Comunidade (SBMFC), Gustavo Gusso, em artigo comemorativo à data publicado no site da entidade. Atuam hoje no País cerca de 1,5 mil médicos especializados em Medicina de Família e Comunidade, que atendem pelo Programa Saúde da Família (PSF).
O médico da família e comunidade é o especialista responsável por cuidar da saúde da população com base na análise física, psicológica e do contexto social em que está inserido o paciente.
De acordo com Sônia Maria Coutinho, que assume a coordenação do PSF em Londrina em janeiro de 2012, está cada vez mais difícil encontrar médicos dispostos a entrar no programa. ''Grande parte que está hoje é recém-formada, fica no máximo dois anos, ou são médicos que estão prestes a se aposentar'', comenta.
Leia mais sobre o assunto na matéria do repórter Davi Baldussi.
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