Tipos
- Esforço - se caracteriza pela perda de urina quando há algum esforço, seja levantar, abaixar, subir escada, tossir, espirrar, etc
- Urgência - se caracteriza por um desejo súbito de urinar, tão urgente que a pessoa não consegue chegar a tempo ao banheiro
- Misto - combinação dos dois tipos
* Nos homens, ainda há o gotejamento miccional, por conta de resíduo de urina que fica no canal uretral

Tratamento
- Fisioterapia uroginecológica - ajuda a fortalecer a musculatura do trato urinário através de exercícios e aparelhos
- Cirurgia - às vezes é necessária, no caso de mulheres, para reposicionar a bexiga no local correto. Mesmo assim, é necessário aliar fisioterapia

Exercite o períneo
- Para contrair o períneo simule a interrupção da micção. É o mesmo movimento, e pode ser feito durante atividades rotineiras
- Durante a atividade física preste atenção na contração do períneo. O momento ideal é quando estiver expirando (soltando o ar pela boca)

Causas
- Nos homens - A maioria dos casos ocorre a partir dos 45 anos, após cirurgia de retirada de próstata. Mal de Alzheimer, Parkinson e diabetes são outras doenças que podem ser causa de incontinência. Nos mais jovens, a causa pode estar em traumas que atingem a parte neurológica
- Nas mulheres - Fraqueza muscular do períneo causada por complicações no parto, mudanças hormonais durante o climatério, alterações ginecológicas e traumas de outras cirurgias

Importante
- Procure ajuda médica aos primeiros sinais de incontinência. Perder urina nunca é normal, mesmo para idosos
- Nas mulheres em que a causa da incontinência é a menopausa é possível que só a reposição hormonal seja suficiente para resolver o problema. Mas se ela demora a buscar ajuda, a musculatura do períneo enfraquece e aí é necessário o tratamento com fisioterapia
- Segurar o xixi por muito tempo ou ir ao banheiro muitas vezes altera a capacidade da bexiga. Segurar muito leva a um ambiente propício para infecção. O ideal é urinar, em média, a cada três a quatro horas
- Os resultados da fisioterapia dependem do paciente e do grau de incontinência. Normalmente para quem procurou ajuda no início, o tratamento é mais eficaz e mais rápido

Fonte: fisioterapeutas Edine Kitahara, Adriana Fontana Carvalho e Josiane Felcar, de Londrina

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