SABIA MAIS
Esta é a segunda vez que a Anvisa proíbe a venda de um produto energético. A primeira ocorreu em novembro de 1999, após uma apreensão de 220 toneladas de Red Bull no Porto de Santos. As principais irregularidades constatadas, na época, foram o rótulo do produto em inglês - o Código de Defesa do Consumidor exige que seja em português -, e a inscrição de frases nas embalagens, do tipo ''vitaliza o corpo e a mente'', efeitos não comprovados pela Anvisa. Além disso, algumas unidades apresentavam até 100% a mais de vitaminas do que o permitido por lei. A empresa que fabrica o energético regularizou a situação e o produto voltou a ser comercializado.





